Sex and the City 2

2 06 2010

 

Estava na fila da pipoca, minhas duas filhas e eu, antes de  entrar no cinema e assistir Sex and the City 2 e na minha frente estavam três rapazes que olhavam em volta e quase que acusatoriamente falavam, “esses grupinhos de mulheres sozinhas, só podem estar vindo assistir Sex and the City” e o outro rapaz confiante por trás de seus 20 anos de sabedoria com as mulheres completava, “um bando de bobas, vindo assistir um filme que mostra quatro mulheres em crise viajando para o Oriente Médio”, e o terceiro de peito empinado finalizava, “primeiro fizeram um filme pra mostrar que uma delas ia casar, grande bobagem e agora fazem outro filme pra falar que este casamento está em crise…mais bobagem.”

Agora meninas, percebam quanta sabedoria encoberta pela ignorância da juventude existe nestas falas.

Mulheres sozinhas indo assistir Sex and the City, sim é um filme feminino, mas algumas mulheres estavam com seus companheiros, ou poderia dizer parceiros, cúmplices e pelo que pude observar muitos deles deram boas risadas, um casal sentado ao meu lado se divertiu durante todo o filme fazendo comentários do tipo, “Nossa, mulher é mesmo assim, como somos malucas” isso dito pela moça e os dois davam risada e pouco depois ele fala “gente, não é que homem faz isso mesmo, que bobagem, que coisa mais excessivamente masculina” e mais risadas dos dois. Quando acabou o filme, tenho certeza que aquele casal foi correndo pra casa… e não foi pra assistir televisão!!!!! Casal esperto e feliz!!

Mas a sabedoria dos três rapazes continua, percebam a complexidade da frase; “quatro mulheres em crise viajando para o Oriente Médio”, poderia fazer um post só sobre esta frase! Bom, vamos lá, destas quatro mulheres, uma (Charlotte Goldenblatt) está em crise com a maternidade, outra em crise no casamento (Carrie Preston) – , a mais , digamos, fogosa, está na menopausa (Samantha Jones), onde a palavra crise está implícita e a quarta (Miranda Hobbes) , que me parece neste filme a mais resolvida, está resolvendo a crise, saindo de um emprego e indo para outro onde sua voz é ouvida independente do gênero, assumindo que a maternidade é maravilhosa, mas, pelo menos para ela, não basta como realização pessoal e a crise dela é por esse equilíbrio em entre ser mãe, mulher, esposa, ser humano… Miranda, parabéns parece que você está no caminho certo. Cada coisa na sua hora, cada hora na sua coisa, uma coisa é uma coisa e a outra coisa é a outra coisa, isso sim, é filosofia… Ah! Pobres rapazes de 20 anos…e maravilhosos homens de 50… Ops! Isso é outra história!

Mas, continuando, estas mulheres estão no Oriente Médio, bom, mulheres e Oriente Médio, para quem lê jornal essa informação basta, né? Agora imaginem, Samantha Jones, no Oriente Médio é cadeia na certa ou será que ela é que está certa??

E a sabedoria dos rapazes segue em frente, “um filme sobre casamento e o outro sobre a crise no casamento”. Meninas, precisa explicar a importância dessas duas coisas? Casamento e casamento em crise? E aí a coisa fica ainda mais interessante, pois Carrie Bradshaw, a heroína de tantas mulheres, é a que está com a pior crise, pois, na verdade é a imaturidade dela, o medo de mergulhar no mundo adulto e assumir o passar do tempo que a faz entrar em crise, mais que com o casamento, a crise dela é com ela mesma.Mas, o estonteante Big vem a seu socorro, com sua maturidade, senso prático e aquele big charme!!!

Interessante perceber que a Carrie é quase tão imatura quanto esses três jovens rapazes da fila do cinema. Mas, o Oriente Médio, a diversidade das três amigas e o medo de perder o amor de sua vida, chacoalham de verdade essa mulher em busca de si mesma. E ela entra no filme buscando o passado e sai cheia de esperança no futuro. Ela ou eu? Whatever!   

Bom, só isso, só isso??? Que loucura, enfim, tudo isso já seria o bastante para se gostar do filme, mas ele tem mais, tem um cenário lindo e louco que é o Oriente Médio. Têm roupas e mais roupas, algumas lindas, algumas ridículas, tem moda e referências para todos os fashionistas do universo, tem estilo pessoal de uma forma tão explícita que nos enche de coragem de começar a usar aquelas coisas que desejamos muito e não usamos por medo de tantas bobagens….

ator Max Ryan

Max Ryan, simplismente maravilhoso!

E além de tudo isso, tem homens maravilhosos, homens de todas as idades, de todas as etnias e para todos os gostos. Eu particularmente me apaixonei pelo arquiteto dinamarquês, de cabelos grisalhos, corpo bronzeado, sorriso franco e aberto, adoro homem que sorri com está segurança… Bom, meninas, o filme é uma delícia e neste quesito com certeza é um filme feito para as mulheres.

E para terminar um pouco mais de “filosofia”. Lembram-se do “mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas…” do Chico Buarque ? Que mulheres de Atenas que nada! Mirem-se no exemplo de Samantha Jones, com seus hormônios e seus homens maravilhosos! Have Fun! Have Fun mulherada!!

Post: Cristina Morais

Anúncios




Limites.

22 05 2010

                          

                                           “Que o teu sim seja sim e o teu não, não”

                                                         Do Talmud

 Como mãe e psicoterapeuta me deparo muitas vezes com situações onde os limites são necessários, mas nem sempre é fácil saber até onde ir e quando, o “não” fica às vezes engasgado e muitas vezes não sai mesmo!

Parece tão difícil valer o sentido de uma palavra tão simples e pequena.

Porque nos esbarramos em tantas dificuldades para expressá-la?  Principalmente se é para os filhos?

O “não” é visto como impossibilidade, mas na realidade ele é fundamental para o equilíbrio emocional e a saúde mental em longo prazo.

educar tambem é dizer não

O “não” é um elemento importante na formação do “eu”.

Por isso é importante que nós pais exerçamos nossa paternidade, auxiliando nossos filhos a aceitar o “não” e a dizer não, pois ele não é negação, mas afirmação do nosso ponto de vista. E bem sabemos como é difícil fazer valer nossa opinião de maneira equilibrada.

feto, gestação

Desde a gestação, a relação entre pais e filhos se estabelece pela restrição, pelo limite do útero e da placenta, mas esses limites não impedem. Ao contrário possibilitam as trocas necessárias para a vida.

Colocar limites nos desejos e instintos é educar.

Desde o nascimento é preciso que o bebê sinta a necessidade, ter fome é um estímulo, que ele precisa perceber antes de ser saciado. Se nós pais satisfizermos todos os desejos de nossos filhos, superprotegendo-os, criaremos a expectativa de que sempre serão satisfeitos e irão pela vida esperando que suas vontades prevaleçam.

E sabemos que a realidade é outra. Então por que criarmos filhos que não estarão preparados para a vida? Pessoas emocionalmente empobrecidas e com poucos recursos para enfrentar problemas? Muitos de nós não suportamos frustrações, assim não agüentamos frustrar os filhos.

A criança que não aprende a ouvir um não e aceitá-lo, ao se deparar com obstáculos poderá sofrer abalos em sua auto-estima, pois não possuem repertório para lidar com essas situações.

Levantar quem pode se levantar sozinho é restringir sua auto-estima, é tirar a possibilidade da realização, é invadir o espaço do outro.

relacionamento mãe e filha

È importante que nós pais consigamos reconhecer as necessidades e desejos de nossos filhos e saber que a não realização dos mesmos é decorrência da vida, a maturidade emocional permite perceber que frustração nem sempre é sinônimo de infelicidade e que a satisfação dos desejos nem sempre é garantia de felicidade.

Sendo assim o nosso papel como pais é dar continuidade ao que a natureza iniciou, estabelecer limites, com bom senso e amor, contribuindo para a melhora do repertório emocional dos nossos filhos, favorecendo que possam enfrentar dificuldades como pessoas verdadeiramente felizes e socialmente comprometidas.

criança amada e feliz

Portanto vamos exercer nossa paternidade, vamos dizer “não!” quando necessário e sim sempre que possível.

Marisa Appolinario

Psicóloga Clínica e Analista Reichiana





Mais Dicas da Semana…por que a vida nunca para.

20 05 2010

Mais uma dica da semana!

Acabei de receber este material e achei que deveria publicar imediatamente! Talvez tenha a ver comigo mesma, ando numa fase meio filosófica, sentindo falta de pensar, discutir, analisar nossos movimentos nesta “vida loca”. Tenho medo de deixar a vida passar sem perceber os acontecimentos, sem aprender, sem aprimorar meu espírito! Confesso que me esforço bastante para ser um ser humano melhor, mas algumas vezes é tão difícil! Acho que se hoje eu conhecesse um filófoso me apaixonaria por ele! Que loucura!

Bom, segue abaixo uma ótima oportunidade para pensar, ouvir, falar…sobre qualidade de vida, tem algo mais importante?

Então vamos reservar uma noite para discutir esse assunto.

Discutir qualidade de vida, uma proposta aparentemente inusitada, mas que pode ser uma boa opção para os campineiros amanhã à noite. Os debates serão conduzidos pela professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Maria Alves de Toledo Bruns, na Prosapiens – Sabor do Saber. Criada há  aproximadamente um ano em Campinas, a escola busca promover discussões sobre Filosofia, Psicologia e História para além dos muros das universidades.

Amanhã, sob o tema “Qualidade de Vida: realidade ou Utopia”, Maria Alves, que é doutora em Psicologia Educacional pela Unicamp, discutirá longevidade e sexualidade, entre outros assuntos. A professora desenvolve pesquisas sobre envelhecimento humano e afirma que a primeira ideia a ser discutida no curso é a associação entre beleza e corpo saudável. “Ter qualidade de vida não é viver aprisionado a um modelo de beleza e de corpo, é preciso extrapolar a estética e considerar o projeto de vida da pessoa, sua visão da espiritualidade e aspectos psicológicos”, explica. Segundo a professora, o debate situa o tema em questões contemporâneas.

SERVIÇO:

Curso Qualidade de Vida: Realidade ou Utopia?
Professora: Doutora Maria Alves, da Universidade de São Paulo (USP)
Quando: 20 de maio – quinta-feira
Horário: das 19h30 às 21h30

Onde: Auditório da Cultura Inglesa – Cambuí
Inscrições: R$ 100,00
Informações: http://www.prosapiens.net.br/ / contato@prosapiens.net.br / 3388.8342

Post: Cristina Morais





Dias das mães!

7 05 2010

 

Hoje enquanto decidia o presente para minha mãe, comecei a pensar sobre esse papel tão importante e tão falado: maternidade.

 Freud já dizia, “a culpa é da mãe”, e não é que acreditamos mesmo nisso, pois vivemos cheias de culpa e arrependimentos.

È verdade que temos grande responsabilidade, se não a maior, na formação e construção da vida de nossos filhos, que a segurança inicial vem do útero, que a criança aprende a reconhecer a face humana olhando o rosto da mãe (leia Spitz*), que estabelece suas relações futuras baseada na relação com a mãe, que tarefa difícil e maravilhosa.

maes

Mas você já pensou que o filho não vem com manual de instrução e quando nos tornamos mães não abandonamos toda a carga afetiva anterior, ou seja, todas as inseguranças, medos e incertezas, por isso erramos e erramos muito, mas como não errar se queremos tanto acertar, pois sabemos tudo o que está em jogo.

Por isso nesse nosso dia, deixe as culpas de lado, não pense no que poderia ter feito pense no que poderá fazer e nem mesmo assim vai acertar sempre.

Lembre do aleitamento carinhoso, do colo depois do rompimento do namoro, das risadas gostosas vendo aquele filme que nem te interessava muito, mas que foi muito legal assistir com eles, de ter deixado que eles experimentassem, de ter soltado a bicicleta mesmo querendo segurá-la mais tempo e de todas as outras experiências que são só suas.

Seja feliz, pois isso até Freud explica.

FELIZ DIA DAS MÂES

Marisa Appolinario

Psicóloga Clínica e Analista Reichiana

O primeiro ano de vida Rene Sptiz

*René Spitz, psicanalista austríaco, autor do livro, O Primeiro ano de Vida





Viemos em paz…

8 03 2010

Guerra ao Terror ganhou Oscar de melhor filme; Kathryn Bigelow ganhou melhor direção!!! Esse é o melhor dia da mulher!!! Mas, chegará um dia que não será necessário Dia Mulher…quando não houver mais injustiça, quando não houver mais discriminação, quando os homens amadurecerem e não temerem mais a mulheres, quando eles pararem de usar o poder como arma de destruição e terror e principalmente quando eles perceberem que nós mulheres viemos em missão de paz.

Nota do Blog: O filme Guerra ao Terror é maravilhoso.

post: Cristina Morais





Entre amigas!

2 03 2010

 

  Chá de bebê do João!

 Foi num sábado à tarde, e acredite, não estava chovendo, coisa difícil atualmente, que a Lalita, uma amiga muitooo querida, filha de outra amiga queridíssima, fez o chá de bebê do João.

Bolo Chá de bebê

João! Seja Bem-Vindo!

Tudo estava lindo, ela estava radiante, maravilhosa, mostrando orgulhosa uma enorme barriga e aquele sorriso constante nos lábios e nos olhos. As mãos sempre acariciando a barriga, ou melhor, o filhote, a cria protegida, denunciava a ansiosa alegria de quem está para conhecer a carinha do ser mais amado.

enfeites para chá de bebê

detalhes charmosos que fazem a diferença

mesa decorada

Doces e cores suaves na mesa do João

Conheço bem essa sensação, passei por ela 3 vezes e todas foram magicamente únicas e inesquecíveis. Até hoje quando fico alguns dias sem ver um de meus filhos, quando o reencontro, abro aquele mesmo sorriso, acho que isso é coisa que só mãe entende.

O chá do João foi uma festa de amigas, festa da tribo feminina. A graçinha da Stela, filha amada de uma grande amiga, fazia caipirinhas e drinks.Minha linda filha, Marina, tirava fotos e se encantava com a beleza da Lalita.

E a #FláviaGatti, outra querida desta tribo, encantou a todos com suas lembrançinhas e enfeites de mesa. Ela que tem duas filhotas pequenas, lindas como ela, se uniu com outra companheira de tribo a #CamilaCaraffa e juntas montaram uma empresa que faz lembranças para diversas ocasiões, como; Chá de bebê; Chá de Panela; lingerie, nascimento; aniversário e casamento. A Mimo e Mais – ateliê de recordações.

Chá de bebê

Lembrançinha do João

detalhe de mesa decorada

A Lalita adora pinguins...então, eles estavam lá!

“Gostamos de conversar com nossos clientes para criarmos juntos lembranças que sejam bonitas e úteis”, comenta Flávia e acrescenta, “Cada festa é unica,  a Lalita, por exemplo,  como boa mãe coruja fez questão de fazer algumas das lembranças, mas todo o resto ficou por nossa conta.”

 O pedido mínimo da empresa #MimoeMais-atelie de recordações, é de 15 peças, mas em datas especiais como Natal, Dia do Professor ou Páscoa elas fazem algumas lembranças que não tem quantidade mínima.

As duas  sempre gostaram de atividades manuais, e resolveram unir as experiências e mostrar do que são capazes e elas estão fazendo sucesso com esses encantadores mimos. Para conhecer melhor o trabalho da dupla entre neste link do site elo 7: http://www.mimoemais.elo7.com.br/. Tenha certeza que vale o clique!

Post: Cristina Morais





Solte os remos…

24 02 2010

 

O post sobre a Mansuetude recebeu muito comentários, todos deliciosos e cheios de esperança. Agradeço a todos por esses comentários, eles me motivaram ainda mais a continuar escrevendo sobre sentimentos, pessoas… amores!

Reproduzo aqui uma citação que veio junto com um desses comentários:

“Às vezes, quando o vento da renovação começa a uivar,não temos certeza de que as transformações serão para melhor.

A Providência Celestial tem um plano só para nós e as ventanias nos conduzirão aonde precisamos ir. Devemos retirar os remos da água e confiar na embarcação divina.”

#Hammed

Como espírita, acredito em cada palavra desta citação, mas sei como é difícil soltar os remos e ir aonde devemos ir. Dá um medo danado!!!

Veja bem, esta citação não nos incita a deixar a vida acontecer sem nossa participação, muito pelo contrário, ela nos incita apenas a aceitar o inevitável, a deixar acontecer o que precisa acontecer, e desta maneira, ser o autor corajoso de nossa história e principalmente a aceitar o novo, mesmo que este novo venha com a força e o medo que as tempestades nos provocam.

Aprendi com a dor da perda, que devemos aceitar os acontecimentos, mesmo ou principalmente quando nos foi imposto pelo outro ou pelas circunstancias da vida.

É exatamente neste momento que o maior crescimento pessoal pode acontecer e enfim, está acontecendo comigo. Demorei muito a soltar os remos, ainda procuro por eles muitas vezes, tento frear o inevitável, parar os acontecimentos, evitar a dor.

Essa coisa da dor tem muito a ver com o fato de ser mãe, ver o sofrimento dos filhos é pior que sentir o próprio e isso algumas vezes me desespera, mas sei que eles também precisam soltar os remos. Mas é isso, sou mãe, acima de tudo nesta vida eu sou mãe, também demorei muito para assumir isso, assim publicamente, como se esta escolha fosse alguma vergonha. É que me foi dito, sem palavras, por alguém muito importante para mim, que este foi meu grande erro, quase acreditei… Quase me envergonhei desta escolha!

Sou mulher, sou jornalista, sou blogueira, sou designer, sou produtora e em breve serei professora novamente. Ah!Sou estudante, começo minha pós em moda no mês que vem. Mas acima de tudo, sou mãe e foi sendo mãe que aprendi a soltar os remos e foi soltando os remos que virei blogueira,designer,e tive coragem de voltar a escrever e a estudar…Sim,o novo pode trazer coisas maravilhosas, pode vir com muita dor,mas também nos dá muita coragem. O novo pode até trazer o velho remodelado, reconstruir o destruído e desnudar o escondido, acho que foi assim que voltei a ser jornalista, desnudando o medo de escrever, de ser julgada.

 Tem uma música dos #Paralamas do Sucesso, escrita por #Herbert Viana, que diz, Para que a dor possa sempre mostrar algo de bom. Hoje eu sei que a dor tem esta obrigação, a de trazer algo de bom. E esse bom, normalmente é a maturidade e a mansuetude….

um amor, um lugar – Herbert Viana  (link para youtube)

Desde pequenos meus filhos me escutam dizendo “Para Deus, não importa o que acontece com você, importa, o que você faz com o que acontece com você.” E é isso que vai fazer você ser digno de concretizar seus sonhos, realizar seus desejos e anseios mais íntimos. Não tenha medo de sonhar e desejar, tudo pode acontecer!

Portanto, solte os remos, deixe o vento te levar aonde precisa ir, deixe o novo mostrar sua cara, deixe a dor cumprir sua obrigação e confie. Tudo vai acabar bem… Isso é bem coisa de mãe,né? Mas, confie na palavra desta sobrevivente que precisou perder os remos para soltá-los, ficou a deriva e hoje segue digna enfrentando o novo, amando o velho, curtindo o hoje e cheia de esperança no amanhã!

Cynthia,minha amiga, este é pra você.E é também para meus filhos -a maior novidade da minha vida!

Post: Cristina Morais